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1990 O Grupo Jerónimo Martins faz nascer uma nova cadeia de retalho especializado de bombomnerries - a HUSSEL - em joint venture com a Douglas Ag alemã.É adquirido o hipercash Arminho, localizado em Braga, sendo uma das maiores unidades do país. Esta aquisição constitui um forte contributo para a actividade do Grupo na área da distribuição por grosso, a qual veria o seu desenvolvimento impulsionado através da joint-venture com a inglesa Booker Plc, o maior grossista de produtos alimentares da Grã-Bretanha, em 1991. ![]() 1992
Leva-se a cabo um reposicionamento estratégico da Jerónimo Martins, evidenciado pela compra à Delhaize "Le Lion" da sua participação no negócio de retalho do Grupo. Este ano marca também a constituição de uma joint venture com a empresa holandesa Royal Ahold, uma das maiores empresas no mundo do retalho alimentar.
![]() 1993 Na Indústria, a Fima adquire a Sá & Brás,produtores do azeite Condestável, tornando-se líder nacional neste sector. No retalho, procede conjuntamente com a Ahold, à compra da Inovação, Sociedade Gestora de Participações Sociais, e com esta, à aquisição de 53 supermercados Inô, 3 hipermercados Feira Nova e 8 cash & carries. A estratégia traçada pelo Grupo Jerónimo Martins na aquisição da Inovação, reforça as joint ventures existentes com a Ahold e a Booker, marcando a expansão aos centros urbanos do norte. ![]() ![]()
Em Maio é anunciada a aquisição de 45 lojas das Cadeias Invictos e Mordomos, bem como a compra do Centro de Distribuição de Loures.
Ainda neste ano, o Grupo Jerónimo Martins compra 46 estabelecimentos à Modelo. Verificar-se-ão outras compras importantes, todas elas significativas para a expansão ao Norte e Centro do país. ![]()
Os cash & carries adquiridos permitem entrar definitivamente nos grandes centros urbanos de Lisboa e Porto, ao mesmo tempo que se acentua a já existente vocação para a descentralização do Recheio.
1994 A expansão às ilhas, com a compra da Lidosol na Madeira,concretiza-se. Nesta época, a apreensão quanto à evolução do sector da Distribuição no mercado português leva o Grupo Jerónimo Martins a repensar as suas prioridades. A internacionalização e a expansão além fronteiras tornam-se então o objectivo prioritário do Grupo. ![]() |
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