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2001

É anunciado um plano de reestruturação
que visa a reestruturação financeira
do Grupo, com alienação dos negócios
fora do âmbito da actividade central
e a redução do nível de endividamento;
e a reestruturação operacional, de forma
a maximizar a escala e as sinergias de Grupo,
simplificar processos, reduzir custos e,
simultaneamente, focar as unidades operacionais
na dinâmica comercial dos seus segmentos.

Em Junho, é nomeado o novo Conselho
de Administração de Jerónimo Martins, SGPS, SA.

No âmbito deste plano são alienados a Vidago, Melgaço & Pedras Salgadas, a participação no Expresso Atlântico e a OniWay.

2002

Dando continuidade ao seu plano de reestruturação, Jerónimo Martins procede à alienação da Lillywhites no Reino Unido, dos supermercados Sé no Brasil e dos hipermercados Jumbo na Polónia.

2003 - 2004

Já em 2004
foi concluída
a alienação
do Eurocash
a um grupo
de colaboradores e ex-colaboradores, através de uma operação de management buy out, focando o grupo a sua actividade na Polónia no formato de sucesso em que opera a Biedronka.

O rigor e profissionalismo patentes na reestruturação realizada permitem o regresso aos resultados positivos. Alienados os negócios não rentáveis e reduzida a dívida, a focalização no core bussiness original levou a um fortalecimento estrutural do Grupo e ao reforço da proposta de valor das suas marcas.

2005

Já em 2005, após um acordo
assinado em Dezembro de 2004
entre Jerónimo Martins e a Unilever,
efectivou-se a operação
de integração da Bestfoods
Portugal -
Produtos Alimentares SA
na FimaVG, empresa detida
por ambos os parceiros.
O negócio permitiu
à Fima a integração de um novo
conjunto de marcas alimentares
de referência, nomeadamente
a Knorr, a Maizena e a Alsa.

Mesmo em contexto económico
desfavorável, a competitividade
das suas insígnias de distribuição
aumentou, tanto em Portugal como
na Polónia, fruto da implementação
de medidas que imprimiram
ao negócio maior eficácia
operacional e da política de preços
extremamente competitivos, reforçada nos últimos anos.

2006

O Grupo Jerónimo Martins continuou
a crescer no ano de 2006,
quer em Portugal
quer na Polónia, em particular
na área da Distribuição, com
a abertura de 100 lojas
Biedronka e o sexto Centro
de Distribuição no mercado
polaco, bem como mais 20 lojas
em Portugal.

Na área da Indústria, assinala-se,
em 2006, a alienação do negócio
de ultracongelados pela IgloOlá
e a decisão de criação de uma única
Companhia, Unilever Jerónimo Martins.

Este dinamismo do Grupo Jerónimo
Martins, visível em todas as suas áreas
de negócio, estendeu-se como habitualmente,
às suas políticas de Responsabilidade Social.
Das diversas iniciativas realizadas em 2006, destaca-se a criação do programa de combate à má nutrição infantil na Polónia, problema que afecta quase 3 milhões de crianças e jovens polacos.

O Grupo Jerónimo Martins prossegue a sua estratégia de consolidação e crescimento, baseando-se nos mesmo valores de rigor, transparência e inovação que sempre nortearam o seu percurso ao longo de mais de dois séculos de existência. Um caminho só possível de trilhar graças ao profissionalismo e empenho de todos quantos, diariamente, contribuem para o dinamismo e rigor deste que é um dos maiores grupos empresariais portugueses.

2007

O ano de 2007 veio confirmar a posição de destaque de Jerónimo Martins no panorama empresarial português. Com um crescimento das vendas que se firmou para além dos 5,3 mil milhões de euros, o Grupo atestou o sucesso das estratégias definidas e de uma gestão de recursos equilibrada.

Os principais motores deste crescimento partiram da Polónia, cujos excelentes resultados se comprovaram com a abertura da 1000ª loja Biedronka, bem como de Portugal, com o Pingo Doce a consolidar a sua posição de liderança.

Aos números, junta-se a qualidade, pilar fundamental na estratégia de diferenciação das Companhias, com o Pingo Doce e o Recheio a serem as primeiras companhias do mundo, na área da Distribuição, a certificar a actividade de desenvolvimento e de acompanhamento de Marca Própria.

Jerónimo Martins continuou também a assumir responsabilidades sociais em 2007, tendo-se associado ao projecto "Aprender e Evoluir", cujo objectivo é formar e certificar 11.500 colaboradores. O Grupo está ainda entre os maiores empregadores do país, tendo criado 6.625 novos postos de trabalho, finalizando o ano com um total de 41.300 colaboradores.

No final de 2007, Jerónimo Martins adquiriu as operações Plus, em Portugal e na Polónia, perspectivando em 2008, após a aprovação das entidades competentes, a integração das lojas Plus em 75 lojas Pingo Doce e 210 lojas Biedronka.

2008 - 2009

Período de forte expansão, caracterizado pela aquisição das operações Plus, em Portugal e na Polónia, ao Grupo alemão Tengelmann. Em complementaridade com uma forte expansão orgânica da Biedronka, na Polónia, e integração, em Portugal, de todas as lojas com área de venda até 2.000 metros quadrados sob a Insígnia Pingo Doce, o parque de lojas destas duas operações cresceu significativamente. Durante este período, a Biedronka incrementou a sua estrutura de lojas em 421 unidades e o Pingo Doce reforçou a sua Insígnia com mais 89 lojas.