O Grupo Jerónimo Martins, tanto em Portugal como na Polónia, é um agente relevante na criação de emprego, integrando mais de 53.000 pessoas.
Jerónimo Martins acompanha a evolução e o crescimento do mercado global, procurando atrair os melhores profissionais nas diferentes áreas, de modo a proporcionar uma resposta rápida e eficaz aos desafios enfrentados pela Organização.
Privilegia-se a igualdade de oportunidades e a avaliação da adequação do perfil do candidato (interno e/ou externo) às exigências do trabalho a desenvolver, não existindo quaisquer políticas ou medidas discriminatórias.
Ao nível do recrutamento, as empresas do Grupo estão determinadas em:
- promover o cruzamento de experiências profissionais, através de movimentações inter e intra-empresas;
- incentivar a expatriação e o posterior regresso de Quadros de elevado potencial, beneficiando da exposição a outras realidades de negócio, bem como a diferentes características culturais e sociais;
- alargar a base de recrutamento externo, nomeadamente de origem geográfica, e o tipo de educação formal dos Trainees, sinal também do surgimento de novos centros de excelência universitária que importa captar.
Neste âmbito, o Grupo Jerónimo Martins desenvolve, desde há muito, uma forte relação com o meio académico, quer na procura de talentos, quer no apoio a programas de estágios curriculares de licenciaturas e bacharelatos, a trabalhos de pesquisa científica desenvolvidos por estudantes e, ainda, na participação em seminários e cadeiras curriculares das Universidades.
Em termos de Condições de Trabalho, Remuneração e Outros Benefícios, o Grupo Jerónimo Martins tem procurado encontrar, a cada momento, as soluções mais correctas, justas e competitivas, de modo a conseguir atrair, reter e motivar os colaboradores de elevado desempenho e potencial.
Com este propósito tem implementado uma política de Remuneração que se baseia em quatro vectores essenciais: (1) nível de responsabilidade, (2) desempenho, (3) potencial e (4) valor de mercado.
As empresas da área da Distribuição oferecem também alguns benefícios sociais complementares aos seus colaboradores: existem refeitórios na Azambuja para cerca de 600 colaboradores e no Recheio Braga para cerca de 220 colaboradores, sendo atribuídos subsídios de alimentação claramente acima do contrato colectivo de trabalho a todos os colaboradores que não podem usufruir dos refeitórios; existem jardins de infância para os filhos dos colaboradores na Azambuja e do Recheio Braga; os Centros de Distribuição da Azambuja e Guardeiras disponibilizam transporte para os colaboradores que necessitem; na Polónia, foi criado um refeitório no Centro de Distribuição de Ruda, sendo atribuído subsídio de alimentação aos restantes colaboradores.
Outros benefícios também disponíveis na área da Distribuição em Portugal e na Polónia:
- Acordos do Grupo com uma empresa de assistência médica permanente, com um operador de comunicações, com uma rede de seguros, com uma instituição bancária e com uma cadeia de ginásios trazem aos colaboradores da Distribuição em Portugal condições mais favoráveis na aquisição de diversos produtos e serviços;
- Seguros de Saúde para todos os Quadros médios e superiores das empresas de Distribuição;
- Vales de Oferta para compra de brinquedos e Cabaz de Natal para todos os filhos de colaboradores até aos 12 anos, em Portugal e na Polónia, respectivamente;
- Subsídio para cursos de línguas e outros estudos que os colaboradores pretendam fazer (atribuído caso a caso, consoante a relevância para a função);
- Fundo social na Polónia, para o qual a empresa contribui segundo a legislação em vigor, com o objectivo de apoiar os seus colaboradores em casos justificados de emergência e auxílio social.
As empresas da área da Indústria proporcionam gratuitamente a todos os colaboradores um plano de seguro de saúde, um seguro de vida e acidentes pessoais, um plano de pensões, com contribuição definida por parte da empresa, e um prémio de antiguidade nos 20, 30 e 40 anos de serviço. Existe ainda um Clube de Pessoal, entidade autónoma financiada pelas empresas por quotizações e actividades, que organiza e disponibiliza actividades de ocupação de tempos livres na área da cultura, desporto e viagens, atribui bolsas de estudo e organiza actividades no âmbito da quadra natalícia.
Na área de Condições de Trabalho há ainda que destacar a política de Segurança e Higiene no Trabalho visto esta matéria constituir, para o Grupo Jerónimo Martins, uma prioridade, e a sua posição face à aplicação das regras vigentes é a de "tolerância zero". O Grupo aposta na formação intensa dos colaboradores, directamente no seu posto de trabalho ou em acções de formação externas, e na monitorização rigorosa das práticas dos colaboradores.
Formação e Desenvolvimento Pessoal
O Grupo acredita que o investimento no desenvolvimento profissional e pessoal dos colaboradores constitui a base para a obtenção de uma vantagem competitiva sustentável, com impacto visível aos níveis da eficiência e da produtividade, factores críticos para a diferenciação das empresas.
A formação é a face visível e mais quantificável desta filosofia, assumindo uma importância fulcral na disponibilização dos conhecimentos necessários de forma continuada, pedagogicamente efectiva e economicamente racional, sob as mais variadas formas: acções de formação directa no posto de trabalho, de formação em sala, em regime de
self-study ou de
team learning, entre outras.
As acções podem ser internas, recorrendo ao
know-how da Organização, ou externas, tirando partido de centros de excelência e inovação ou aproveitando experiências de terceiros.
Os Quadros da Indústria participam ainda em cursos internacionais, internos à Unilever (
partner do Grupo Jerónimo Martins nas empresas da área da Indústria), ministrados por estruturas próprias e versando temas tão distintos como Liderança, Conhecimento de Processos, Tendências de Clientes e Consumidores, entre outros.
Na área fabril existem planos de formação específicos, conjugando metodologias como o TPM (
Total Productive Maintenance) com as necessidades de desenvolvimento detectadas através de instrumentos de avaliação do desempenho, e combinando acções de cariz técnico - novas ferramentas técnicas e tecnológicas, etc. - com acções sobre higiene e segurança, ambiente, entre outras.
Em termos de Política de Desenvolvimento Pessoal do Grupo, a compatibilidade entre as necessidades das empresas e as aspirações individuais constitui preocupação dominante. A ascensão profissional, as transferências entre empresas, as movimentações laterais dentro de cada empresa e a possibilidade de uma carreira internacional são vertentes activamente implementadas, promovendo a motivação e a satisfação das aspirações pessoais, e contribuindo para fidelizar os bons desempenhos.
Todo este processo é suportado ao nível individual pelo Plano de Desenvolvimento de Performance (PDP) o qual identifica, anualmente, os pontos fortes e as necessidades de desenvolvimento em termos de competências profissionais para um bom desempenho no Grupo Jerónimo Martins, bem como as aptidões técnicas para exercer a sua função. O PDP define as orientações para os planos individuais de formação e desenvolvimento de carreira, procurando o Grupo ter a todo o momento a "Pessoa certa no lugar certo".
A Escola de Formação Jerónimo Martins
Por estar consciente da importância da formação no desenvolvimento pessoal e profissional dos seus colaboradores, o Grupo Jerónimo Martins inaugurou, a 17 de Janeiro de 2005, a Escola de Formação Jerónimo Martins.
Localizada no Feira Nova de Telheiras, a Escola de Formação visa contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional dos colaboradores das empresas do Grupo e uniformizar os seus programas de formação, bem como promover e valorizar a difusão do
know how existente internamente nas empresas de Distribuição em Portugal. Este projecto pretende ainda fomentar a partilha de experiências e consolidar uma cultura de Grupo, dotando os colaboradores dos conhecimentos e das competências necessárias para o desempenho das suas funções.
Para tornar a Escola de Formação uma realidade, o Grupo Jerónimo Martins começou por definir as acções de formação a desenvolver e criar planos de formação standard para determinadas funções. Neste processo foram ainda identificados na organização os potenciais formadores, constituindo-se equipas de trabalho que têm à sua responsabilidade o desenvolvimento dos programas de formação comuns às várias empresas da área de Distribuição do Grupo em Portugal.
A Escola de Formação conta com 6 salas de formação, com capacidade para 90 formandos, duas delas equipadas com 28 computadores.