Perícia na arte da panificação
O toque humano faz sempre a diferença. Joana Afonso resume que “a fábrica é, sobretudo, a equipa que aqui está. Não são as paredes, não são as máquinas. É esta equipa. Uma equipa que tem uma dedicação enorme, um amor imenso à camisola, que faz pequenos milagres todos os dias”, sete dias por semana.
A produção está pensada para responder aos pedidos que chegam das lojas e é através de um sistema computorizado que se garante que as receitas são seguidas a preceito. Os ingredientes para cada tipo de pão são colocados numa tina, nas quantidades certas. Manualmente são adicionados outros ingredientes necessários para a receita e, depois de amassada, a massa fresca segue para as linhas de produção.
Com exceção do Pão da Avó, a levedação das restantes massas acontece em loja. Para impedir este processo, são usados abatedores de temperatura que vão dar um choque-térmico à massa. Finalmente, o produto é colocado nas caixas de transporte, pronto para seguir para as lojas.
Esta massa é transportada durante a madrugada e, já em loja, depois de ter levedado, pães e bolos são cozinhados. Desta forma chegam ao cliente quentinhos, frescos, fofos, estaladiços, com aquele cheiro irresistível de pão acabado de sair do forno.