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Jerónimo Martins ascende ao 50.º lugar entre os maiores retalhistas do Mundo

O Grupo Jerónimo Martins ocupa a 50.ª posição entre os maiores retalhistas do Mundo, segundo a edição de 2020 do “Global Powers of Retailing” divulgado pela Deloitte. Em comparação com o estudo realizado há dez anos, o Grupo subiu 44 posições no ranking. Em 2019 o Grupo ocupava a 55.a posição.

Esta é a 23.ª edição do estudo que identifica os 250 maiores retalhistas do mundo, de acordo com os dados financeiros referentes ao ano fiscal de 2018 (para o exercício terminado até 30 de Junho de 2019).

A análise feita pela Deloitte destaca que “o Grupo que detém as insígnias Pingo Doce e Recheio em Portugal, Biedronka e Hebe na Polónia e Ara na Colômbia registou em 2018 receitas consolidadas na ordem dos 20,453 mil milhões de dólares, tendo tido um crescimento médio anual das vendas de 7,9% entre 2013 e 2018”.

Walmart continua a liderar e Amazon no top-3

O retalho alimentar, com 136 empresas, é o sector de actividade que mais contribuiu para o Top 250, representando 66,5% do total de receitas geradas no ano fiscal de 2018.

A Amazon continua a aproximar-se das primeiras posições do ranking, e subiu ao 3.º lugar da lista liderada pela Walmart (1.º lugar) e pela Costco (2.º lugar), que mantiveram as mesmas posições do ano anterior.

Apesar do pódio ser composto por retalhistas de origem americana, a Europa é o continente mais representado no Top 250, com 88 empresas sediadas na região a gerarem 34,4% das receitas totais. A Alemanha (19), o Reino Unido (14) e a França (12) são os países europeus com maior número de empresas no ranking.

Pedro Miguel Silva, sócio do setor de Retalho da Deloitte, refere que “um dos principais fatores de diferenciação dos retalhistas europeus em relação ao resto do mundo assenta na capacidade de internacionalização dos seus negócios e na forte capacidade de aproveitamento do fenómeno da globalização. Além da presença física das suas lojas à escala global, as empresas de retalho europeias começam a investir também no e-commerce e na transformação digital dos seus negócios, pelo que o potencial de crescimento pode vir a ser ainda mais significativo”.

Nota:
Recorde-se que o Grupo Jerónimo Martins anunciou ao mercado de capitais um crescimento nas vendas consolidadas de 7,5% para os 18.638 milhões de euros em 2019.