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Iniciativa pioneira para proteger a floresta

O projecto Floresta Serra do Açor é uma iniciativa que junta o Grupo Jerónimo Martins, a Câmara Municipal de Arganil e as associações que reúnem os proprietários dos terrenos baldios, e pretende preservar e valorizar a paisagem devastada pelos incêndios florestais.

É uma conjugação de esforços inédita em Portugal e vai abranger uma área de 2.500 hectares no interior do país. Serão plantadas árvores de espécies resistentes ao fogo e criadas novas fontes de rendimento para as populações locais, com financiamento do Grupo. O projecto decorre numa perspectiva de muito longo prazo, estando pensado para um horizonte temporal de décadas.

Nesta página pode encontrar o discurso proferido por Pedro Soares dos Santos, Presidente e Administrador-Delegado do Grupo, por ocasião da assinatura do protocolo que lançou as bases do projecto Floresta Serra do Açor.

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Jerónimo Martins investe mais de um milhão de euros em produção de energia solar fotovoltaica para autoconsumo

  • Anualmente, os cerca de 5.000 painéis solares fotovoltaicos vão permitir evitar, em emissões para a atmosfera, o equivalente a 530 toneladas de CO2;
  • Em 2018, já tinham entrado em funcionamento duas instalações fotovoltaicas do Grupo no Algarve, localizadas no Centro de Distribuição Sul, em Algoz, e na loja do Recheio de Tavira. Os sistemas foram instalados pela ENGIE Hemera;
  • Até ao final do 1º semestre de 2020, o Grupo conta iniciar a operação de mais quatro instalações solares fotovoltaicas para autoconsumo, no concelho de Lisboa.

O Grupo Jerónimo Martins investiu um milhão e duzentos mil euros (1.200.000€) na instalação de um sistema solar fotovoltaico no seu centro de Distribuição Norte, em Valongo. Este foi o terceiro grande projeto de energia solar fotovoltaica do Grupo em Portugal, permitindo uma produção anual de 2121,48 MWh de energia renovável, o que corresponde a 530 toneladas de emissões de CO2 evitadas (o equivalente ao consumo anual de 580 habitações).

Os cerca de 5.000 módulos instalados, numa área de aproximadamente 20.000 m2 da cobertura do edifício, já estão em pleno funcionamento e proporcionam uma autonomia energética superior a 30% do consumo total deste Centro de Distribuição.

Este projecto soma-se aos dois projectos-piloto que entraram em operação  em 2018 no Sul do país, com 3.876 painéis solares fotovoltaicos no Centro de Distribuição Sul, em Algoz, e 1.600 na loja do Recheio de Tavira.

Até ao final do primeiro semestre de 2020, o Grupo tem prevista a entrada em funcionamento de mais quatro sistemas solares fotovoltaicos, todos localizados no concelho de Lisboa.

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Investimento da Jerónimo Martins viabiliza segunda unidade de cuidados intensivos do Hospital Central do Alentejo

O Grupo Jerónimo Martins vai viabilizar, com um investimento superior a 320 mil euros, a conclusão da montagem de uma segunda unidade de cuidados intensivos no Hospital do Espírito Santo de Évora, o Hospital Central do Alentejo.

Entre os equipamentos doados pelo Grupo Jerónimo Martins encontram-se um RX Portátil, uma central de monitorização, 14 monitores e 14 módulos de capnografia (tecnologia que permite avaliar o estado ventilatório de um doente), um capnógrafo para ventilador G5, um adaptador para capnógrafo e 60 seringas SPACE.

A nova unidade aumenta significativamente a capacidade de resposta da região ao que puder ainda vir a ser a evolução da pandemia COVID-19, já que permitirá tratar 12 doentes em fase aguda da doença, isto é, com insuficiência respiratória e necessidade de suporte de ventilação.

Apesar de o Alentejo ser, à data e a grande distância, a região de Portugal Continental com o menor número de infectados (85) e a única sem qualquer registo de morte resultante da pandemia COVID-19, o muito elevado índice de envelhecimento populacional constitui ali um factor de preocupação adicional.

Com o financiamento garantido pelo Grupo Jerónimo Martins, o Hospital do Espírito Santo de Évora já colocou todas as encomendas junto das empresas fabricantes e espera começar a receber os equipamentos ainda este mês.

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Lançada a Fundação Biedronka para apoiar idosos carenciados

  • 50 milhões de zlótis (cerca de 11,5 milhões de euros) – este é o valor disponível em 2020 para a Fundação Biedronka, que acaba de iniciar a sua actividade na Polónia;
  • A Fundação pretende apoiar as populações mais idosas e contribuir para a melhoria da sua qualidade de vida;
  • A primeira iniciativa da Fundação Biedronka será um programa de cartões pré-pagos intitulado “Para as Compras do Dia-a-Dia”, que abrange 10.000 seniores carenciados. A Fundação Biedronka vai aplicar quase 15 milhões de zlótis (cerca de 3,5 milhões de euros) neste programa.

25.º aniversário da Biedronka

“O 25.º aniversário é uma excelente oportunidade para agradecermos à sociedade polaca o facto de acreditar em nós e para reforçarmos compromissos sociais de grande relevo. Ao prosseguirmos actividades que satisfazem necessidades básicas do ser humano e pelo facto de termos uma escala muito grande, temos aqui uma oportunidade única para darmos o nosso contributo na procura de soluções para os desafios que se colocam às comunidades locais e para apoiarmos de forma concreta os mais carenciados. A Polónia permitiu à Biedronka tornar-se grande e estamos bem conscientes da responsabilidade que isto acarreta. É por isso que a Fundação Biedronka é lançada com o foco no grupo da população que enfrenta os desafios mais duros: os idosos.”– declarou Pedro Soares dos Santos, Presidente e Administrador-delegado do Grupo Jerónimo Martins.

De acordo com os dados e previsões do gabinete de estatística polaco (Główny Urząd Statystyczny), um em cada quatro polacos tem mais de 60 anos de idade e, em 2050, a população idosa representará 40% da sociedade. A Polónia é um dos países com um ritmo de envelhecimento mais acelerado do mundo, pelo que providenciar aos idosos melhores condições de vida está a tornar-se um grande desafio. A década 2020-2030 foi considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a “Década do Envelhecimento Saudável” – o objectivo é que os idosos se mantenham saudáveis física e mentalmente, auto-confiantes e aptos para serem autónomos na sociedade o máximo de tempo possível.

 

Objectivos da Fundação Biedronka

A Fundação Biedronka vai apoiar a população sénior para que possa viver de forma digna e com saúde pelo maior período possível. Os objectivos da recém-criada Fundação são, entre outros, combater a pobreza, problemas de nutrição, solidão e exclusão social dos idosos.

Em 2020, a Fundação Biedronka vai ter um orçamento de 50 milhões de zlótis (cerca de 11,5 milhões de euros) e, nos próximos anos, a sua fundadora – Jerónimo Martins Polska – planeia alocar entre 7,5 e 20 milhões de euros para apoiar a Fundação.

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Combate às alterações climáticas: Jerónimo Martins destaca-se mundialmente no sector do retalho alimentar

Já foram divulgados os resultados da avaliação anual realizada pelo CDP, que colocam o Grupo Jerónimo Martins entre os líderes mundiais do sector do retalho alimentar, com uma classificação de A- (nível de liderança) nos programas “Climate Change” e em todas as commodities avaliadas no programa “Forests”, e B (nível de gestão) no programa “Water Security”.

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Jerónimo Martins é membro fundador do Pacto Português para os Plásticos

O Grupo Jerónimo Martins tem o prazer de anunciar a sua participação como membro fundador do Pacto Português para os Plásticos. O Evento de Lançamento do Pacto teve lugar no passado dia 4 de Fevereiro, no Auditório Sede da EDP em Lisboa, contando com a presença de mais de 150 participantes.

O Pacto Português para os Plásticos é coordenado pela Associação Smart Waste Portugal, com o apoio do Ministério do Ambiente e da Ação Climática; Ministério da Economia e Transição Digital; e Ministério do Mar, e é parte da Rede dos Pactos para os Plásticos da Fundação Ellen MacArthur.

Trata-se de uma plataforma colaborativa e de inovação, unida por uma visão comum, de uma economia circular para os plásticos em Portugal, onde estes nunca se converterão em resíduos.   Este compromisso comum, junta o Governo, os diferentes agentes da cadeia de valor dos plásticos, a Academia e ONG’s, num total de 50 organizações.

Através da assinatura deste Pacto, o Grupo Jerónimo Martins e as restantes entidades envolvidas subscrevem a comprometem-se a desenvolver ações com vista a atingir um conjunto de metas e objetivos ambiciosos para 2025, sendo eles:

  • Definir, até 2020, uma listagem de plásticos de uso único considerados problemáticos ou desnecessários e definir medidas para a sua eliminação;
  • Garantir que 100% das embalagens de plástico são reutilizáveis, recicláveis ou compostáveis;
  • Garantir que 70%, ou mais, das embalagens plásticas são efetivamente recicladas, através do aumento da recolha e da reciclagem;
  • Incorporar, em média, 30% de plástico reciclado nas novas embalagens de plástico;
  • Promover atividades de sensibilização e educação aos consumidores (atuais e futuros) para a utilização circular dos plásticos.

O Pacto Português para os Plásticos assume-se como uma iniciativa colaborativa que pretende liderar pelo exemplo e servir de inspiração, no movimento de transição dos plásticos para uma economia circular.