Skip to content
  • Partilhar
  • Ouvir

Resultados dos Primeiros 9 Meses de 2020

Vendas crescem 3,9% nos primeiros nove meses de 2020

O desempenho registado nos primeiros nove meses do ano reflecte os efeitos de mais de seis meses a operar num contexto de pandemia, com todos os impactos daí resultantes. As vendas consolidadas ascenderam aos 14,2 mil milhões de euros, um crescimento de 3,9% face ao ano anterior. O EBITDA cifrou-se nos 1.029 milhões de euros, 1,9% abaixo do registado no mesmo período, em 2019.

Entre Março e Setembro, os custos adicionais incorridos com o esforço exigido pela crise sanitária superaram os 32 milhões de euros. Este valor inclui os prémios extraordinários pagos às equipas operacionais, as despesas com equipamentos e materiais de protecção individuais e colectivos e o financiamento de múltiplas iniciativas de apoio social nos três países. A ajuda directa às comunidades e o contributo para os esforços científicos para travar a pandemia e gerir os seus efeitos estão, também, incorporados neste valor.
No período em análise, o investimento totalizou 258 milhões de euros, com cerca de metade do total a ser alocado à Biedronka. O resultado líquido fixou-se nos 219 milhões de euros (EPS de 0,35 euros por acção).

Vendas
14,2 mil M€
Lucro
219 M€
EBITDA
1.029 M€
Investimento
258 M€

Mensagem do Presidente e Administrador-Delegado

Pedro Soares dos Santos

Estes nove meses de 2020 ficam marcados por mais de seis meses sob os efeitos da pandemia por COVID-19. Neste período, o trabalho determinado das nossas equipas e a flexibilidade das nossas operações permitiram-nos sermos ágeis e criativos na adaptação necessária das propostas de valor das nossas insígnias em condições de mercado especialmente complexas. Reforçámos, assim, a sua pertinência e assertividade para o consumidor.

Ao longo destes meses, a força do nosso balanço tornou possível que não perdêssemos, na urgência do curto prazo, a perspectiva do longo prazo e que nos mantivéssemos firmes nas prioridades estratégicas definidas.
Apesar da dureza dos tempos que vivemos, acredito que estamos hoje mais bem preparados do que há seis meses para lidar com as exigências da realidade de cada mercado e para continuar a crescer de forma sustentável.

Estou consciente de que a incerteza permanece muito elevada e que o Natal, época tradicionalmente mais forte para o negócio alimentar, poderá estar este ano condicionado pelas restrições à mobilidade e pela falta de confiança e capacidade de compra de um consumidor cada vez mais sensível ao preço, derivado do momento único que se vive a nível mundial.

No início da pandemia, face à então muito reduzida visibilidade sobre o impacto potencial da crise na actividade do ano, o payout dos resultados de 2019 foi reduzido, dos 50% inicialmente propostos, para 30%. Nesta fase, as nossas Companhias deram provas da sua resiliência e determinação. Assim, atendendo à força do desempenho do Grupo em tempos de adversidade, à luz da posição de caixa que temos no final de Setembro e do nível de flexibilidade financeira que consideramos necessária no futuro, o Conselho de Administração decidiu propor em Assembleia Geral Extraordinária, a distribuição do montante remanescente para o payout de 50%, em linha com a política de dividendos do Grupo.

  • Partilhar
  • Ouvir

Resultados do Primeiro Semestre de 2020

Vendas crescem 4,6% impulsionadas pelo desempenho na Polónia

Num cenário de pandemia, a Biedronka supera-se e alcança um sólido crescimento de vendas e de EBITDA. Em Portugal e na Colômbia, as Companhias foram fortemente impactadas pelas medidas de restrição implementadas nos respectivos mercados. Neste contexto, as vendas consolidadas ascenderam aos 9,3 mil milhões de euros, um crescimento de 4,6% face ao ano anterior. Penalizado também pelo aumento dos custos operacionais relacionados com o reforço das condições de segurança para colaboradores e clientes, o EBITDA cifrou-se nos 635 milhões de euros, 4,9% abaixo do registado no mesmo período em 2019. Nos primeiros seis meses do ano, o investimento do Grupo nos três países foi de 142 milhões de euros, tendo o resultado líquido recuado 36,2% face ao período homólogo do ano passado, para os 104 milhões de euros.

Vendas
9,3 mil M€
Lucro
104 M€
EBITDA
635 M€
Investimento
142 M€

Mensagem do Presidente e Administrador-Delegado

Pedro Soares dos Santos

Os primeiros seis meses do ano ficam sobretudo marcados pelos efeitos da disrupção causada pela pandemia no segundo trimestre. Manter a continuidade dos negócios e a estabilidade das cadeias de abastecimento num contexto de crise prolongada e ainda sem fim à vista tem exigido das equipas, aos vários níveis da organização e particularmente àqueles que estão nas nossas lojas e centros de distribuição, resiliência, determinação e compromisso verdadeiramente extraordinários. Às nossas pessoas, uma nota pessoal de apreço.

Definimos prioridades comuns a todas as Companhias do Grupo, ao mesmo tempo que reforçámos a autonomia local. Esta autonomia permite uma resposta eficaz às diferentes medidas de contenção e diferentes comportamentos do consumidor observados nos países em que operamos. Assim, mantendo o foco na salvaguarda da segurança das equipas e dos consumidores, na protecção das cadeias de abastecimento e na entrega de qualidade a preços baixos aos consumidores, cada insígnia desenhou e implementou planos de acção específicos.

Na Polónia, a Biedronka respondeu aos desafios com grande assertividade, combinando rapidez, flexibilidade e espírito de iniciativa. Esta dinâmica, aliada à relevância das campanhas promocionais, protegeu a rentabilidade da Companhia e resultou em ganhos de quota de mercado.

Em Portugal, a economia está a sofrer pela sua sobre-exposição ao sector do turismo e pelas consequências das fortes restrições impostas à actividade de retalho. Estes factores tiveram impacto imediato na rentabilidade dos nossos modelos de negócio.

Na Colômbia, as medidas de confinamento e as restrições à actividade económica fazem-se ainda sentir por todo o país, dificultando a visibilidade sobre os impactos na economia de uma pandemia que apresenta comportamentos muito diferentes de região para região. Isto justifica de algum modo a abordagem descentralizada adoptada pelo Governo, que inevitavelmente gera complexidade para a nossa operação.

Estou consciente de que os próximos meses continuarão a ser duros, mas o sólido desempenho do nosso principal negócio, a robustez do Balanço do Grupo e a capacidade de adaptação das nossas equipas reforçam a minha confiança de que saberemos navegar as águas difíceis em que nos encontramos e levar este barco a bom porto, orientados pelas prioridades estratégicas que definimos e com as quais estamos comprometidos.

  • Partilhar
  • Ouvir

Resultados do Primeiro Trimestre de 2020: Vendas crescem 11%

O bom desempenho registado nos três primeiros meses do ano reflecte crescimentos fortes de todas as insígnias.

Vendas
4,7 mil M€
Lucro
35 M€
EBITDA
309 M€
Investimento
90 M€

Mensagem do Presidente e Administrador-Delegado

Pedro Soares dos Santos

Fechámos o primeiro trimestre do ano com um crescimento de vendas assinalável, o que traduz a força competitiva dos vários negócios e a flexibilidade e resiliência das nossas operações, mesmo quando postas à prova por uma ameaça sem precedentes, como é o caso da pandemia por COVID-19.

Os primeiros impactos da crise sanitária mundial começaram a fazer-se sentir – ainda que com intensidades diferentes consoante o estádio de evolução da situação epidemiológica em cada país (Polónia, Portugal e Colômbia) – a partir da primeira quinzena de Março. As nossas equipas responderam rapidamente de forma diligente e com extraordinário sentido de compromisso.

Nos três países em que operamos, as equipas mostraram flexibilidade e prontidão na adopção das medidas necessárias para, numa realidade que é muito dinâmica, garantir a distribuição continuada de bens essenciais pelas nossas lojas e responder a situações de emergência social.

Neste momento, existe ainda uma visibilidade muito reduzida sobre a escala e a profundidade que os efeitos desta pandemia poderão assumir.

Num contexto que é de elevada incerteza, garantiremos todo o apoio às nossas pessoas e estou seguro que as nossas equipas vão continuar, como até aqui, a dar provas do seu sentido de missão e de serviço para com os consumidores, as comunidades onde operam e os nossos parceiros da cadeia de abastecimento.

Esta crise encontra o nosso Grupo numa situação financeira sólida, depois de um ano de fortes resultados como foi o de 2019. Aconselha, no entanto, a prudência que, num quadro de recessão global, reforcemos a gestão conservadora do nosso balanço, mantendo a flexibilidade para capturar eventuais oportunidades. Assim, decidiu o Conselho de Administração rever a proposta de distribuição de dividendos inicialmente apresentada, reduzindo excepcionalmente o payout a 30% dos resultados consolidados.

  • Partilhar
  • Ouvir

Apresentação de Resultados 2019

2019 foi um ano de notável desempenho a todos os níveis, confirmado pelo forte crescimento de vendas e de resultados de todas as insígnias, que permitiu superar, pela primeira vez, a marca dos mil milhões de euros de EBITDA consolidado. Destaque também para a redução das perdas de EBITDA da Ara e para o atingimento do ponto de breakeven do EBITDA da Hebe.

  • Partilhar
  • Ouvir

Resultados dos Primeiros 9 Meses de 2019

Nos primeiros nove meses do ano, as vendas consolidadas cifraram-se nos 13,7 mil milhões de euros, um crescimento de 6,7% face ao ano anterior. O EBITDA do Grupo aumentou ao mesmo ritmo para os 757 milhões de euros. O resultado líquido foi de 302 milhões de euros, mais 3,5% do que em igual período de 2018.

Vendas
13,7 mil M€
Lucro
302 M€
EBITDA
757 M€
Investimento
405 M€

Mensagem do Presidente e Administrador-Delegado

Pedro Soares dos Santos

O acumulado dos três trimestres evidencia a notável capacidade das insígnias do Grupo crescerem consistentemente acima dos mercados onde operam. A centralidade conferida aos nossos consumidores e a prioridade dada às vendas, sem descurar a eficiência dos modelos de negócio, são os denominadores comuns e os motores do desempenho das nossas Companhias. Na Colômbia, uma estratégia mais assertiva de sortido e de preço estimulou o crescimento acentuado das vendas e deu um contributo importante para a validação do potencial comercial do nosso portefólio de lojas. Com as nossas insígnias preparadas para aquele que é o último e mais relevante trimestre do ano, estamos convictos que entregaremos mais um bom ano de crescimento e rentabilidade.

Nota: A análise de desempenho neste comunicado é apresentada excluindo o impacto da IFRS16

  • Partilhar
  • Ouvir

Resultados do Primeiro Semestre de 2019: Vendas crescem 5,7%

Nos primeiros seis meses do ano, todos os negócios tiveram um bom desempenho, o que se traduziu no crescimento das vendas e do EBITDA.

Vendas
8,9 mil M€
Lucro
181 M€
EBITDA
471 M€
Investimento
238 M€

Mensagem do Presidente e Administrador-Delegado

Pedro Soares dos Santos

Em linha com a nossa estratégia, o foco no consumidor e o crescimento das vendas mantêm-se como as principais prioridades do Grupo, sem comprometer a disciplina de custos e a filosofia de eficiência que garantem a competitividade e rentabilidade dos nossos modelos de negócio.

Estas opções estratégicas permitem-nos apresentar um primeiro semestre de forte crescimento, quer ao nível das vendas, quer do EBITDA. Congratulo-me com o desempenho das vendas LfL de todas as insígnias e particularmente com o da Ara.

Ao longo do resto do ano, queremos manter-nos a crescer acima dos mercados nos quais desenvolvemos os nossos negócios. Para isso, continuaremos a reforçar as nossas operações e a trabalhar para ter as melhores propostas comerciais, que mereçam, cada vez mais, o reconhecimento e a preferência dos consumidores.

Nota: A análise de desempenho neste comunicado é apresentada excluindo o impacto da IFRS16.

  • Partilhar
  • Ouvir

1º Trimestre: Fortes Desempenhos de Vendas e Rentabilidade

Nos primeiros três meses do ano, as vendas consolidadas aumentaram 1,1%, para os 4,2 mil milhões de euros, apesar da ausência da Páscoa e da proibição gradual de abertura ao Domingo na Polónia, que se traduziu em menos sete dias de vendas no trimestre. A taxas de câmbio constantes, as vendas do Grupo cresceram 3,2% com um Like-for-Like (LfL) neutro.

Vendas
4,2 mil M€
Lucro
72 M€
EBITDA
214 M€
Investimento
95 M€

Mensagem do Presidente e Administrador-Delegado

Pedro Soares dos Santos

“Entrámos em 2019 com força e os resultados do primeiro trimestre reflectem essa dinâmica.

Todos os nossos negócios registaram muito bons desempenhos de vendas e de rentabilidade, que ganham ainda mais relevância num contexto de calendário negativo e de aumento do número de dias de fecho obrigatório das lojas ao domingo, na Polónia.

Estou confiante na nossa capacidade de superar os desafios à vista e de continuar a crescer acima do mercado ao longo de 2019.”


Quando comparado com o mesmo período de 2018, o primeiro trimestre deste ano traduziu, como esperado, um desempenho robusto de todas as nossas insígnias e a vitalidade das suas posições de liderança.
Neste contexto, o guidance estabelecido no nosso comunicado de 27 de Fevereiro mantém-se inalterado.

Nota: A análise de desempenho neste comunicado é apresentada excluindo o impacto da IFRS16

  • Partilhar
  • Ouvir

Apresentação de Resultados 2018

2018 foi marcante para o Grupo Jerónimo Martins. Aumentámos as vendas, reforçámos o investimento nas nossas insígnias e mantivemos inabalado o compromisso com o crescimento sustentável dos nossos negócios.

Estes são os principais destaques do ano:

  • Partilhar
  • Ouvir

Resultados dos Primeiros 9 Meses de 2018

O desempenho de vendas alcançado nos três países permitiu o crescimento dos principais indicadores, o fortalecimento das quotas de mercado de todas as insígnias do Grupo e o reforço da competitividade dos modelos de negócio.

Vendas
12,8 mil M€
Lucro
292 M€
EBITDA
709 M€
Investimento
476 M€

Mensagem do Presidente e Administrador-Delegado

Pedro Soares dos Santos

O foco inalterado de todas as insígnias no crescimento de vendas e na preferência do consumidor levou ao muito bom desempenho apresentado nos nove meses.

Num contexto, ainda não estabilizado, de adaptação à proibição de abrir lojas em alguns Domingos, a Biedronka continuou a ganhar quota de mercado (+1.7p.p. acumulado a Agosto) e a garantir a sua rentabilidade operacional. Este desempenho foi conseguido com menos 16 dias de vendas e num contexto de baixa inflação alimentar.

Em Portugal, o Pingo Doce e o Recheio registaram um desempenho notável, impulsionado por iniciativas comerciais eficazes.

Na Colômbia, a Ara expandiu a rede de lojas e a infraestrutura logística. A Companhia conseguiu estabilizar o valor das perdas ao nível do EBITDA e está a registar progressos em variáveis-chave de rentabilidade com relevância fundamental para o futuro.

Suportado pelo desempenho conseguido até agora, estou confiante de que todos os nossos modelos irão entregar um sólido 4T, em termos de crescimento de vendas e de rentabilidade.

  • Partilhar
  • Ouvir

Resultados dos Primeiros Seis Meses de 2018

Nos primeiros seis meses do ano, os principais indicadores de desempenho do Grupo registaram uma sólida evolução, com todas as insígnias a reforçarem quotas de mercado.

Vendas
8,4 mil M€
Lucro
180 M€
EBITDA
446 M€
Investimento
295 M€

Mensagem do Presidente e Administrador-Delegado

Pedro Soares dos Santos

As nossas equipas tiveram um forte desempenho em ambientes concorrenciais, e registámos, neste primeiro semestre, resultados sólidos. Este desempenho reflecte a implementação consistente da nossa estratégia e o foco claro nas nossas prioridades.

As nossas insígnias mantêm-se focadas no crescimento de vendas e comprometidas a reforçarem as suas posições nos respectivos mercados.

A Biedronka adicionou, no primeiro semestre, 2p.p. à sua quota de mercado, demonstrando agilidade e resiliência na forma como soube lidar com o impacto inicial da proibição de abertura de lojas ao Domingo e preparar as condições para continuar a crescer. Na Colômbia, a Ara continua focada na expansão e em ganhar relevância no mercado.

Conscientes dos desafios que temos pela frente, continuaremos a trabalhar para crescer de forma rentável e sustentável.