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Promovemos as melhores práticas

Procuramos evitar o sofrimento animal desnecessário na nossa senda de trazer para a mesa dos nossos clientes a melhor qualidade alimentar.
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Bem-estar animal

Enquanto especialista alimentar, procuramos promover as melhores práticas de bem-estar animal, cumprindo com as indicações da Directiva Europeia, bem como com a restante legislação em vigor.

São exemplo a proibição de utilização de hormonas de crescimento e o atordoamento obrigatório antes do momento de abate. Para assegurar este cumprimento realizamos testes laboratoriais regulares, bem como auditorias de qualidade e segurança alimentar nos matadouros utilizados pelo Grupo, em Portugal e na Polónia. Sempre que possível, promovemos práticas acima do benchmark.

Testes em Animais

Não permitimos a realização de testes em animais no processo de desenvolvimento dos nossos produtos, sejam de Marca Própria ou Perecíveis, cumprindo assim o disposto na Directiva Europeia 2010/63/EU em todos os países onde estamos presentes.

A excepção reside nos produtos de alimentação animal, para os quais são realizados testes sensoriais com o intuito de avaliar o grau de satisfação da população-alvo a que se destinam, e também em produtos cujo objectivo é controlar ou eliminar espécies parasitárias e/ou superpopulações que possam ser fontes de contaminação ou doença, como é, por exemplo, o caso dos insectos.

Biotecnologia e Organismos Geneticamente Modificados (OGM)

A nossa Política de Organismos Geneticamente Modificados assenta no princípio de que os nossos produtos de Marcas Próprias, incluindo Perecíveis, não contêm ingredientes nem aditivos transgénicos, sejam eles de origem vegetal ou animal. Para o efeito, as nossas companhias comprometem-se a:

  • colaborar com os seus fornecedores no sentido de compreender os processos de produção utilizados e avaliar os padrões de segurança e de qualidade implementados;
  • realizar regularmente análises laboratoriais, recorrendo a entidades independentes e acreditadas;
  • garantir junto dos seus fornecedores a identificação e rastreabilidade de organismos geneticamente modificados nos casos em que não seja de todo possível a sua substituição;
  • caso estejam presentes OGM, assegurar o direito dos consumidores à informação transparente e rigorosa sobre a presença destes organismos através da rotulagem dos produtos, sendo a sua divulgação efectuada no estrito cumprimento do limite aplicado pelo Grupo de, no máximo, 0,1% (limite de quantificação do método).

Práticas adoptadas

Na Biedronka, as galinhas do campo de Marca Própria, cujas vendas atingiram as 1.680 toneladas, mais 4% do que em 2017, são criadas sem o uso de antibióticos nem ração que contenha organismos geneticamente modificados. Este projecto foi iniciado em 2015 em conjunto com fornecedores polacos e, até 2017, era único na Polónia.

Em Portugal, o frango do campo Pingo Doce é criado ao ar livre e alimentado maioritariamente com cereais. Com uma idade mínima de abate de 81 dias, pertence a estirpes de crescimento lento. Este produto é certificado pela SGS, um organismo externo independente, e o seu caderno de encargos foi aprovado pela Direção Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural.

No Pingo Doce mantivemos a comercialização de carne de porco com a certificação “Porco.pt”, de produção nacional, e cujas práticas promovem o bem-estar animal. Em 2018, foram comercializadas mais de 700 toneladas, tendo o Pingo Doce sido distinguido com o prémio “Parceiro de Mérito” por ter representado mais de 50% das vendas deste produto.

Assumimos ainda o compromisso de eliminar, até 2025, a venda de ovos de Marca Própria que sejam provenientes de galinhas enjauladas. Para o efeito, na Biedronka são comercializados ovos do solo, de galinhas do campo e biológicos de Marca Própria, enquanto no Recheio são comercializados ovos do solo de Marca Própria e no Pingo Doce ovos biológicos 100% nacionais sob a marca Go Bio. A Ara também tem na sua oferta ovos de galinhas não enjauladas de Marca Própria. Em 2018, mais de 20% dos ovos de Marca Própria comercializados pelas Companhias do Grupo eram “cage-free” . É nosso objectivo aumentar progressivamente esta proporção até 2025 de modo a atingir o nosso compromisso.

Carne bovina de raça Angus

No âmbito das nossas actividades na área de produção de Carne bovina de raça Angus, pela Jerónimo Martins Agro-Alimentar, destacamos as seguintes acções:

  • disponibilização de uma área por animal superior aos 3m2 recomendados, em mais de 60% dos casos;
  • reposição diária de palha fresca nas camas;
  • animais agrupados por sexo e peso no sentido de reduzir a sua competição e consequente stress daí decorrente;
  • cumprimento das recomendações da Standard Welfare Scheme da Grandin Livestock Handling Systems;
  • os pisos utilizados são de cimento rasgado ou borracha para evitar que os animais escorreguem.

Aquacultura

  • é feita vacinação a todos os peixes;
  • produção em mar aberto e não em tanques, permitindo que os peixes se desenvolvam no seu habitat natural;
  • o manuseamento é reduzido ao mínimo até à captura, de forma a evitar o stress no animal. Como exemplo, utilizamos redes combi que limitam a apenas uma vez a necessária troca de redes e reduz, assim, o stress gerado nos animais ao longo do seu ciclo de vida;
  • não são permitidas mutilações (ex. corte de barbatanas);
  • utilizamos redes “Dyneema” que, por serem mais flexíveis, causam menos fricção, e, logo, reduzem a dor no processo de pesca.

Vacaria

  • é disponibilizada pelo menos uma cama por vaca e 0,6 m de espaço de comedouro;
  • as instalações têm um sistema de arrefecimento automático que acciona ventoinhas e chuveiros para refrescar os animais. As ventoinhas apresentam ainda a vantagem de ventilar os parques, reduzindo a quantidade de amoníaco no ar e contribuindo para a secagem e o consequente conforto das camas dos animais. Desde que foram instaladas ventoinhas, o consumo de palha foi reduzido em cerca de 30%, resultando na produção de um menor volume de estrume;
  • existem escovas automáticas de massagem para utilização de todos os animais;
  • existe música ambiente para contribuir para a redução do stress dos animais;
  • todos os animais têm um colar de monitorização de actividade que, pela análise do comportamento, identifica de forma natural o cio, evitando a utilização de hormonas reprodutivas. Detecta ainda alterações de comportamento, levando ao diagnóstico precoce de patologias, contribuindo, deste modo, para o bem-estar dos animais e para a redução da utilização de fármacos.

 

Adicionalmente, nas nossas operações de vacaria e de produção de carne bovina de raça Aberdeen Angus, asseguramos:

  • a formação em bem-estar animal a todos os colaboradores em contacto com os animais que habitam nas nossas instalações;
  • a vacinação e desparasitação de todos os animais;
  • a condução e maneio animal são feitos com recurso à utilização de técnicas que reduzem o stress, não sendo permitida a utilização de choques eléctricos, paus ou qualquer sistema que possa ferir os animais;
  • uma alimentação baseada em silagens e forragens, favorecendo a saúde ruminal dos bovinos, e aumentando o seu conforto e bem-estar. Os animais são alimentados com silagem de milho produzida por produtores locais ou nas nossas unidades de produção. São ainda utilizados legumes não calibrados (ex., batata doce) e subprodutos de outras indústrias alimentares (ex., repiso de tomate e bagaço de cerveja). A alimentação é complementada com ração adequada à fase de crescimento do animal.